A Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (MOVERGS) manifestou-se novamente à Câmara de Deputados, em Brasília, dizendo ser desfavorável à criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), um novo imposto, que vem a substituir a extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).
Conforme pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em conjunto com o IBOPE, 71% da população brasileira são contra este novo imposto, uma vez que a qualidade dos serviços públicos e a tributação mostra a inabilidade na gestão dos recursos públicos. “Quer dizer, o governo arrecada o suficiente, e, portanto, não precisa aumentar as alíquotas para oferecer novos serviços”, aponta o presidente da entidade, Ivo Cansan.
Desta forma, o setor moveleiro gaúcho repudia a possibilidade de instituição deste novo imposto, segundo Cansan, e a MOVEGRS solicita aos deputados federais que votem contra a sua criação. “É inadmissível que o Governo fale nesse aumento de impostos para financiar a saúde, sendo que o objetivo é novamente transferir ao setor produtivo nacional a responsabilidade de pagamento desta conta”, salienta.
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