Empresários de indústrias de móveis gaúchas, associados à entidade, devem responder a três questões simples até amanhã, 11 de agosto
Recentemente, o governo federal, através do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), lançou o Plano Brasil Maior (PBM), a fim de estabelecer uma política industrial tecnológica, de serviços e de comércio exterior para o período de 2011 a 2014. O programa está instituído desde o último dia 3, com a publicação do Decreto nº 7.540 no Diário Oficial da União (DOU).
O PBM tem seu foco no estímulo à inovação e à produção nacional para alavancar a competitividade da indústria nos mercados interno e externo, organizando o país para dar passos mais ousados em direção ao desenvolvimento econômico e social.
No entanto, como o plano integra instrumentos de vários ministérios e órgãos do governo federal cujas iniciativas e programas se somam num esforço integrado, a Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs) tem dificuldades de expor quais os reais beneficiados desta iniciativa. “Não se observou nenhum fator positivo forte para que se conseguisse manter as vendas ao mercado interno, nem ao menos para recuperar as exportações de móveis”, considera o presidente da entidade, Ivo Cansan.
Para tanto, a Movergs está realizando uma pesquisa junto aos seus associados sobre o assunto, a fim de observar se o PBM atende, ou não, às necessidades do setor moveleiro. A entidade solicita aos empresários gaúchos que informem até amanhã, 11 de agosto, o faturamento anual total, o valor total exportado anualmente e o valor total da folha de pagamento. “Só teremos êxito na busca dos interesses dos associados, se a Movergs tiver um grande volume de informações, com isso pedimos a colaboração de todos”, salienta Cansan.
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